quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

EXTRAORDINARIO


Se o artista vivesse tudo que o representa, tudo aquilo que expõe sem o menor pudor, ele não teria esse título, seria comum, ordinário, apenas mais um com medo dos próprios pensamentos, mais um que age conforme imagina que deva ser, essa linha tênue que separa o artista do ser humano comum, chama-se coragem.

Douglas Campigotto

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